Novas formas de Justiça

Justiça que vem de cima, institucionalizada, paternalista, ou justiça obtida pelas partes envolvidas, apoderadas de sua história e de suas consequências?!

No programa Justiça e Democracia, a juíza Fernanda Carvalho, que trabalha com conciliação e mediação, expõe a importância das formas outras de justiça, que podem acontecer sem que o Estado dite uma sentença.

Fernanda fala da importância de o juiz ou juíza lembrarem-se de se colocar no lugar do “outro”, quando se atua como julgador. O constante exercício da alteridade.

Lembra das dificuldades do ofício do julgador e da importância dele não se esquecer que é ser humano, sensível, que sente dor e tem sonhos.

Fazer yoga, conhecer-se, ter consciência de si mesmo, vão colaborar para a busca da chamada Justiça da Paz, de tempos de equilíbrio e harmonia.

Fernanda destaca que a justiça não pode se apegar à imagem da mulher de olhos vendados – juízes devem ter olhos bem abertos e sensíveis para fazer a almejada justiça.

Não deixe de ver a entrevista que destaca a importância da busca da justiça da paz, da conciliação, da restauração do bem estar e da recomposição dos males do conflito com a participação partes envolvidas.